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Métodos e Técnicas

Métodos e Técnicas

MÉTODOS ELÉTRICOS

  • POLARIZAÇÃO INDUZIDA – IP

A polarização induzida (IP) é um método eficaz na prospecção de argilas e em sulfetos metálicos disseminados, com mineralização de baixo teor. Baseia-se a medição de variações de corrente e voltagem em função do tempo ou da frequência (domínios do tempo e da frequência e IP espectral). A aquisição em campo é realizada pelos arranjos: dipolo-dipolo, equatorial dipolo-dipolo, gradiente, pólo-dipolo, pólo-pólo e wenner-schlumberger. Os resultados são apresentados sob a forma de mapas e perfis de: resistividade, ip, cargabilidade, fator metal e cole-cole.

  • POTENCIAL ESPONTÂNEO – SP

Este método (SP) se se baseia na medição (entre dois eletrodos) do campo elétrico natural existente na superfície dos terrenos. Os potenciais naturais são oriundos de atividades eletroquímicas e/ou mecânicas. É amplamente utilizado para o estudo dos movimentos das águas subterrâneas, como na definição de áreas de recarga e direções e sentidos preferenciais do fluxo subterrâneo. Os resultados são apresentados sob a forma de mapas de contornos e perfis.

  • SONDAGEM ELÉTRICA VERTICAL – SEV

A sondagem elétrica vertical (SEV) é uma técnica, do método de eletrorresistividade, que quantifica as variações verticais de resistividades em profundidade. É principalmente utilizada no estudo de camadas e/ou estruturas horizontais. O arranjo de campo é expandido ao redor de um ponto fixo central (wenner e schlumberger). Com ampla utilização em estudos geotécnicos e em hidrogeologia. Os resultados são apresentados sob de perfis de variação de resistividade em função da profundidade.

  • TOMOGRAFIA ELÉTRICA 2D, 3D OU 4D

Esta técnica, do método de eletrorresistividade, utiliza a corrente elétrica artificial injetada no terreno por intermédio de dois eletrodos, simultaneamente é realizada a medição nas variações de voltagem, com auxilio de outros eletrodos. Permitindo assim calcular a resistividade aparente do substrato, sendo muito adequado para detectar contatos geológicos verticais ou inclinados, mineralizações, diques, fraturamentos e/ou falhamentos, blocos de rochas, contaminações por produtos inorgânicos ou orgânicos e outros corpos ou estruturas que se apresentem como heterogeneidades laterais deste parâmetro. As variações de resistividades laterais e em profundidade são mapeadas (2D e 3D), podendo assim ser utilizadas em estruturas geológicas complexas, como depósitos minerais. A medição da resistividade em função do tempo (4D), é aplicada no monitoramento na evolução de plumas de contaminação no subsolo, oriundas depósitos de resíduos através do tempo.

 

MÉTODOS POTENCIAIS

  • MAGNETOMETRIA

O método da magnetometria mede a intensidade do campo magnético terrestre, que é influenciado pelas rochas em profundidade. O campo magnético terrestre pode aumentar ou diminuir, devido a composição destas rochas e os contrastes de susceptibilidade magnética existente entre as mesmas. É amplamente utilizado para a prospecção mineral, devido à velocidade na aquisição dos dados. Os resultados são apresentados sob a forma de mapas de contorno e perfis.